O Met Gala 26 transformou mais uma vez os degraus do Metropolitan Museum of Art em uma verdadeira galeria de arte viva. Com o tema “Fashion Is Art”, inspirado na exposição “Costume Art”, a edição deste ano apostou em interpretações conceituais, silhuetas escultóricas e looks que ultrapassaram a moda tradicional para entrar no território da performance artística.
Entre brilhos metálicos, estruturas rígidas, transparências e referências à história da arte, celebridades e estilistas entregaram uma das edições mais criativas e comentadas dos últimos anos.
O Met Gala 26 transformou mais uma vez os degraus do Metropolitan Museum of Art em uma verdadeira galeria de arte viva. Com o tema “Fashion Is Art”, inspirado na exposição “Costume Art”, a edição deste ano apostou em interpretações conceituais, silhuetas escultóricas e looks que ultrapassaram a moda tradicional para entrar no território da performance artística.
Entre brilhos metálicos, estruturas rígidas, transparências e referências à história da arte, celebridades e estilistas entregaram uma das edições mais criativas e comentadas dos últimos anos.

Segundo análises da imprensa internacional, algumas tendências dominaram o tapete vermelho deste ano: vestidos “segunda pele”, couro estruturado, correntes metálicas, transparências e construções que lembravam esculturas contemporâneas. Os looks também apostaram em uma estética mais artística e conceitual do que apenas glamourosa. Em fóruns de moda e redes sociais, muitos fãs elogiaram o fato de a edição 2026 ter valorizado mais a construção das peças e o trabalho artesanal dos estilistas.



Os looks que dominaram a noite


Cardi B usando Marc Jacobs com referência a obra “The Doll” de Hans Bellmer.


Angela Bassett referenciando Laura Wheeler Waring coma obra Girl in Pink Dress de 1927.


Após 10 anos, Beyoncé retorna ao evento com look inspirado na obra “Visitante” de Caroline Durieux de 1944 por Olivier Rousteing


De Valentino, Colman Domingo usou como referência a obra de Pablo Picasso “Acrobata e Jovem Arlequim” de 1901.

Rihanna de Margiela Couture por Glenn Martens e A$AP Rocky vestindo Chanel, marca da qual ele é embaixador desde novembro do ano passado.
Mais do que vestidos extravagantes, o Met Gala deste ano trouxe uma reflexão sobre moda como expressão artística, aproximando o universo fashion da pintura, escultura e performance. Entre interpretações literais e produções mais abstratas, a edição 2026 conseguiu equilibrar espetáculo, criatividade e sofisticação e consolidando-se como uma das mais fortes visualmente da década.
