Os modelos Ana Lopes e Rafael Fonseca foram consagrados como os recordistas de desfiles desta edição do Rio Fashion Week.
Nascida em Cataguases – Minas Gerais, Ana Lopes (@analopes), de 25 anos, totalizou 13 desfiles no evento.
Antes da carreira como modelo, Ana trabalhava em um mercado de sua cidade natal, como operadora de caixa e repositora. Revelada em 2019, Ana figura entre as apostas da WAY Model, agência de supermodelos como Carol Trentini, Alessandra Ambrósio e Candice Swanepoel. Desde então, a neotop já atuou em Milão, fez campanhas de moda e beleza, editoriais para revistas como Vogue e desfiles na São Paulo Fashion Week.

Além da carreira na moda, Ana também dedicou-se ao handebol: “Desde os doze anos de idade. Cheguei a ganhar título de melhor jogadora do Campeonato Mineiro de Handebol”, relembra. Hoje, a bela é destaque na moda.
“Tudo começou quando eu tinha 14 anos. Minha mãe trabalhava em uma casa de família, um ‘scouter’ deu uma carona pra ela, e foi assim que ela ficou sabendo que teria uma seletiva de modelos”, relembra. “Me tornei muito determinada, com muitos objetivos. Quero ocupar meu espaço e saber que mereço estar ali”, afirma.
Dentre os meninos, Rafael Fonseca (@rafafonseca), de 19 anos, foi o modelo recordista, totalizando 7 desfiles no Rio Fashion Week.

Nascido no Rio de Janeiro, Rafael começou a carreira como modelo em 2022 e figura entre as apostas da agência de supermodelos WAY Model.

“Desde novo eu gostava de tirar fotos para o Instagram, gostava de montar looks e cenários”, relembra.
Hoje Rafael reúne campanhas para grifes como H&M, Mondepars, Zara e Adidas, editoriais para Harper’s Bazaar, Elle e L’Officiel, além de desfiles na São Paulo Fashion Week.
Além da moda, Rafael gosta de desenhar, nadar e dançar. “Comecei dançando Michael Jackson. Eu sou muito fã do Michael Jackson! Danço até hoje. Teve um momento da minha vida que dancei k-pop e me apresentei em pequenos eventos de anime. Até ganhei campeonatos”, relembra. Na moda, Rafael busca representatividade: “Busco representar as pessoas pretas, especialmente as que não tiveram oportunidades”, reflete.
Olho neles.
