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Moda

130 ANOS DO MONOGRAMA LOUIS VUITTON: O SÍMBOLO QUE ATRAVESSOU SÉCULOS

Carla FrenzelPor Carla Frenzel10 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
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Colunista @thecarlafrenzel
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De baús de viagem ao status de ícone cultural, o monograma LV celebra 130 anos como um dos códigos visuais mais poderosos da história da moda.

Colunista @thecarlafrenzel

Criado em 1896, o monograma Louis Vuitton completa 130 anos como um dos símbolos mais reconhecidos e desejados do universo fashion. Mais do que um padrão gráfico, ele representa herança, inovação e a capacidade rara de atravessar gerações sem perder relevância, um feito reservado a poucos ícones
da moda.

A origem de um ícone

O monograma foi criado por Georges Vuitton, filho do fundador Louis Vuitton, em um momento em que a falsificação já se tornava um desafio para as grandes maisons. A solução foi desenvolver uma assinatura visual inconfundível, capaz de proteger a identidade da marca e reforçar seu valor simbólico.

Colunista @thecarlafrenzel

Inspirado na estética japonesa, em evidência na Europa no fim do século XIX, o desenho combina as iniciais “LV” com flores estilizadas e formas geométricas. O resultado foi um canvas elegante, repetitivo e imediatamente reconhecível, pensado para unir sofisticação e funcionalidade.

Colunista @thecarlafrenzel

Do baú às passarelas

Inicialmente aplicado aos baús de viagem, o monograma acompanhou as transformações do estilo de vida moderno. Com o passar dos anos, passou a estampar bolsas que se tornaram verdadeiros clássicos, como Speedy, Keepall e Neverfull, consolidando-se como sinônimo de status, mobilidade e savoir-faireartesanal.

Colunista @thecarlafrenzel

Ao longo do século XX, a Louis Vuitton expandiu seu universo criativo, e o monograma passou a dialogar com novas linguagens, sem jamais perder sua identidade original.

Reinvenção como estratégia

A longevidade do monograma está diretamente ligada à sua capacidade de reinvenção. Sob direções criativas marcantes, como as de Marc Jacobs, Virgil Abloh e Nicolas Ghesquière, o símbolo foi reinterpretado em colaborações artísticas, versões coloridas, grafitadas, ampliadas ou desconstruídas. Parcerias com artistas como Takashi Murakami, Stephen Sprouse e Yayoi Kusama reforçaram a capacidade da Louis Vuitton de unir tradição e vanguarda, posicionando o monograma no centro do diálogo entre moda, arte e cultura pop.

Yayoi Kusama at Louis Vuitton on the Champs-Elysées

Um código cultural

Hoje, o monograma Louis Vuitton ultrapassa os limites da moda. Ele se tornou um símbolo cultural, presente na música, no cinema, no streetwear e nas redes sociais. Ao mesmo tempo, mantém-se fiel a técnicas artesanais rigorosas, equilibrando exclusividade e desejo global. Celebrar seus 130 anos é reconhecer não apenas a força de um design, mas a visão estratégica de uma marca que entende o tempo como aliado, respeitando o passado, dialogando com o presente e projetando o futuro.

Colunista @thecarlafrenzel

Um legado que continua

Mais de um século depois de sua criação, o monograma LV permanece como prova de que ícones verdadeiros não envelhecem: eles evoluem. Em um cenário de tendências rápidas e descartáveis, o símbolo da Louis Vuitton segue como um lembrete de que identidade, consistência e criatividade são valores atemporais.

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Carla Frenzel
Carla Frenzel
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Advogada com pós-graduação em Direito Público, transito há anos entre o universo jurídico e o mundo da moda, onde também atuo como modelo. Atualmente vivendo na Suíça, desenvolvo minha trajetória profissional em um ambiente corporativo internacional. Essa vivência multicultural e interdisciplinar impulsiona um olhar apurado sobre moda, cultura e identidade. Acredito na representatividade como potência, e na moda como expressão de pertencimento, memória e transformação social.

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